terça-feira, 20 de novembro de 2007

textos, textos...

Realmente ando sem muita criatividade para escrever (não q tivesse antes, mas sem o pouco que me restava), mas hoje fui pega de surpresa quando me vi pensando sobre textos e poemas. Enquanto lia alguns blogs que tenho o hábito, passei por alguns blogs de conhecidos, e pude notar as diferentes formas de cada um escrever, mas que de alguma forma procurava expressa-los. Em um dos blogs da lorena por exemplo (http://ocioetedio.blogspot.com/), sempre fico impossionada com a capacidade de crítica pop e a de desenvolver textos apartir de pequenas notícias, o recente blog da patrícia (http://glassofvodka.blogspot.com/), que em certos momentos me lembra até shakespeare, com fantasias e sonhos utópicos e romancistas, o rascunhos de pensamentos do mateus (http://rascunhosmateus.blogspot.com/), no qual muitas vezes me deparo com textos poéticos, isso sem falar nos muitos poemas do alfredo, que não possuem blog próprio - não por falta de merecimento - que sempre retratam acontecimentos de forma nostálgica, além dos muitos outros que se aventuram nessa arte de "sentir com palavras". Me parece que todos tem o mesmo ideal, transferir em palavras aquilo que se sente ou o que se pensa, e por isso sempre digo, são todos excelentes, são textos simples, muitas vezes curtos, mas são textos com alma.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Em meio ao teu silêncio

Em meio a músicas e poemas
tento de alguma forma me expressar
pois infantilmente alimento o medo
de te perder se não falar

Teu silêncio junto ao meu
de ressonâncias que vem da alma
um mesmo medo me inibe
mais teu carinho me acalma

Em meio a tantos temores
posso ouvir a chuva lá fora
que sempre me tras a lembrança
de momentos delicados como agora

Teu silêncio refigura
e de teu abraço vou lembrar
a noite de antigas canções
e uma nostalgia que sempre vou amar

Em meio a tudo isso
utilizo de simples palavras para guardar
esses momentos inesqueciveis
eternizados à duas mãos


(Rebeca e Alfredo)

chuva fria

Nessa noite cálida pintada de tinto
escrevo linhas sobre o que sinto
nostalgias de uma tarde fria
onde aconchegava-me em tua companhia

Juntos vendo a chuva cair
lembro-me de vê-la sorrir
quando de forma pueril me perdia
em falas sobre filosofia

Esqueci do tempo lá fora
como um sonho que não se quer acordar
e perdia-me em teu forte olhar

Termino essas linhas agora
e em um relicário guarderei esse dia
de olhares, momentos e chuva fria.


(Alfredo Ciabotti)